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Diana Dantas
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Novembro 08, 2017

Estudo revela que somente 10% dos brasileiros possuem previdência privada

Ao envelhecer, a disposição para trabalhar não é mais a mesma. A impaciência com algumas situações no emprego torna-se maior. A vontade de se libertar da rotina maluca do dia a dia, de levar uma vida mais calma e de ter novas experiências também aumenta. Entretanto, nem sempre querer é poder.

 

Para realizar todos esses sonhos, às vezes, é necessário ter uma renda complementar, na qual se possa contar. Existem várias formas de acumular capital ao longo dos anos. Uma das melhores é adquirir uma previdência privada. Mesmo assim, apenas 10% dos brasileiros têm um plano, de acordo com uma pesquisa do Datafolha, de maio de 2017.

 

Os dados revelam ainda que a maioria dos contratantes são pessoas de maior renda e escolaridade. Dos segurados, 22% são graduados e apenas 5% chegaram ao fim do Ensino Fundamental. Os números são bem baixos para um país, como o Brasil, em que a importância de ter uma renda extra torna-se cada vez mais evidente.

 

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A importância da previdência privada

 

 

A previdência privada funciona como um seguro e, por isso, é regulamentado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), uma entidade do governo federal. O fato de não ser ligada à Previdência Social traz inúmeras vantagens ao cliente, pois ele fica independente das regras e dos problemas do órgão, como o teto da aposentadoria (R$ 5.531,31, em 2017) e o déficit de R$ 202 bilhões, previsto para 2018.

 

Outro benefício da previdência privada é a possibilidade de se planejar com antecedência. Ao contratar um plano, a pessoa escolhe a soma que vai contribuir e receber. É, claro, uma é proporcional a outra. Ou seja, quanto maior o depósito, melhor o resgate.

 

Para ter um futuro confortável, o cliente precisa começar a poupar o mais cedo possível. Desse modo, conseguirá usufruir da renda ainda jovem e com saúde. Diferente do INSS, ele pode retirar o dinheiro quando precisar. Só é importante estar atento às especificidades de cada plano a fim de evitar um prejuízo no momento de sacar.

 

 

Como os planos funcionam?

 

Há dois planos à escolha do contratante: o PGBL e o VGBL. O primeiro, apropriado aos que utilizam o formulário completo do IR, oferece uma dedução fiscal de até 12% da renda tributável. Já o segundo não dá o desconto, pois é voltado aos isentos ou aos declarantes do formulário simples. Cada um disponibiliza duas taxas distintas, destinadas a pessoas com objetivos diferentes.

 

  • Tabela progressiva - ideal para o cliente interessado em investir no curto e no médio prazo. O cálculo da declaração segue a mesma regra das alíquotas do IR anual, estipuladas pela Receita Federal.

 

  • Tabela regressiva - caso o objetivo seja se aposentar, o segurado deve optar por essa tributação. Isso ocorre porque as contribuições aplicadas por mais tempo possuem alíquotas menores. Quer dizer, se a pessoa investe por mais de dez anos, o imposto será de apenas 10%.

           

A regressiva também permite ao segurado escolher ganhar uma renda mensal. Assim, dispensa a preocupação em administrar o dinheiro sacado e protege o poder de compra, visto que há um reajuste anual da inflação. Ainda é possível fazer uma cobertura de Proteção Familiar. Dessa forma, em caso de imprevisto, antes de o valor acumulado ser o suficiente, os parentes do contratante receberão a quantia poupada, para ajudar nos gastos com os estudos dos dependentes, na quitação de dívidas ou na despesa do inventário.  

 

Caso você queira garantir uma aposentadoria sem necessitar exclusivamente do INSS, pense em uma previdência privada. Ela é o seguro de uma terceira idade mais tranquila. 

 

 

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